POSOLOGIA NOVALGINA INJETAVEL

Atualizado em 20/09/2017


A princípio, a dose e a via de administração escolhidas dependem do efeito analgésico1
desejado e das condições do paciente. Em muitos casos, a administração oral ou retal é
suficiente para obter analgesia satisfatória.
Quando for necessário um efeito analgésico1 de início rápido ou quando a administração por via
oral ou retal é contra-indicada, recomenda-se a administração por via intravenosa ou
intramuscular.
Quando da escolha da via de administração, deve-se considerar que a via parenteral está
associada com maior risco de reações anafiláticas2/anafilactóides.
Caso a administração parenteral de dipirona sódica seja considerada em crianças entre 3 e 11
meses de idade, deve-se utilizar apenas a via intramuscular.
Para todas as formas farmacêuticas, os efeitos analgésico1 e antipirético3 são alcançados 30 a 60 minutos após a administração e geralmente duram cerca de 4 horas.
Visto que reações de hipotensão4 após administração da forma injetável podem ser dosedependentes, a indicação de doses únicas maiores do que 1 g de dipirona sódica por via
parenteral deve ser cuidadosamente considerada.

• As seguintes dosagens são recomendadas

Adultos e adolescentes acima de 15 anos: em dose única de 2 a 5 mL (I.V. ou I.M.); dose
máxima diária de 10 mL.

Crianças e lactentes5: em crianças abaixo de 1 ano de idade NOVALGINA® injetável deve ser
administrada somente pela via intramuscular.

As crianças devem receber NOVALGINA® injetável conforme seu peso segundo a orientação
deste esquema:

NOVALGINA® (dipirona sódica) Solução injetável

Peso

Intravenosa (I.V.)

Intramuscular (I.M.)

 Lactentes5 de 5 a 8 kg

 0,1 - 0,2 mL

 Crianças de 9 a 15 kg

 0,2 - 0,5 mL

 0,2 - 0,5 mL

 Crianças de 16 a 23 kg

 0,3 - 0,8 mL

 0,3 - 0,8 mL

 Crianças de 24 a 30 kg

 0,4 – 1,0 mL

 0,4 – 1,0 mL

 Crianças de 31 a 45 kg

 0,5 - 1,5 mL

 0,5 - 1,5 mL

 Crianças de 46 a 53 kg

 0,8 - 1,8 mL

 0,8 - 1,8 mL

Caso necessário, NOVALGINA® injetável pode ser administrada até 4 vezes ao dia. Doses
maiores, somente a critério médico.

• Posologia para casos especiais

Em pacientes com insuficiência renal6 ou hepática7, desaconselha-se o uso de altas doses de
dipirona sódica, visto que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para
tratamento a curto prazo não é necessária redução da dose. Não existe experiência com o uso
de dipirona sódica a longo prazo em pacientes com insuficiência renal6 ou hepática7.
Em pacientes idosos e pacientes debilitados deve-se considerar a possibilidade de
desenvolvimento de insuficiência renal6 ou hepática7.

• Conduta necessária caso haja esquecimento de administração

Baseando-se nos sintomas8, reintroduzir a medicação respeitando sempre os horários e
intervalos recomendados. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
3 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
4 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
5 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
6 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
7 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

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