POSOLOGIA E MÉTODO DE ADMINISTRAÇÃO LUDIOMIL

Atualizado em 28/05/2016

Durante o tratamento, o paciente deverá ser mantido sob supervisão médica.Em pacientes que responsam inadequadamente à medicação oral ou em casos refratários1 de depressão, LUDIOMIL deve ser aplicado em injeção2 i.v.
Comprimidos: Determinar o esquema de tratamento individualmente e adaptar às condições e à  resposta do paciente, por exemplo, pela elevação da dose noturna e ao mesmo tempo, diminuindo-se as doses administradas durante o dia ou, alternativamente, pela administração de apenas uma dose diária. Após consideravel melhora dos sintomas3, pode-se tentar reduzir a dose. Se os sintomas3 piorarem novamente, a dose deve ser imediatamente elevada ao nível original.
O objetivo é se alcançar o efeito terapêutico, usando-se as doses mais baixas possíveis, particularmente em pacientes ainda em fase de crescimento ou em  idosos com sistema nervoso autônomo4 instável, pois esses pacientes geralmente apresentam resposta mais acentuada do que pacientes pertencentes a faixas etárias intermediárias.
Os comprimidos de LUDIOMIL devem ser ingeridos inteiros com  líquido suficiente.
Não exceder a dose diária de 150 mg.
Depressão leve a moderada (especialmente em pacientes de ambulatório): Doses de 25 mg 1-3 vezes ao dia ou 25-75 mg uma vez ao dia, dependendo da gravidade dos sintomas3 e da resposta do paciente.
Depressão grave (especialmente em pacientes hospitalizados): Doses de 25 mg três vezes ao dia ou 75 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose diária pode ser elevada gradualmente até um máximo de 150 mg, a serem administrados tanto em doses fracionadas  quanto em dose única, dependendo da tolerância da  resposta do paciente.
Outros transtornos depressivos; crianças e adolescentes: Inicialmente recomenda-se 10 mg três vezes ao dia ou 25 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose diária pode ser elevada gradualmente, em pequenos incrementos, até 25 mg três vezes ao dia ou a 75 mg uma vez ao dia, dependendo da tolerância e da  resposta. Como a experiência clínica com LUDIOMIL em pediatria é limitada, as recomendações de dose acima servem apenas como orientação.
Em adolescentes, se necessário, a dose pode ser elevada aos níveis utilizados em adultos.
Pacientes idosos: Em geral são recomendadas dosagens mais baixas. Inicialmente 10 mg três vezes ao dia ou 25 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose diária pode ser elevada gradualmente, em pequenos incrementos, até a 25 mg três vezes ao dia ou a 75 mg uma vez ao dia, dependendo da tolerância e da resposta.

Injetável: Em pacientes que não respondam adequadamente à medicação oral ou em casos refratários1 de depressão, LUDIOMIL pode ser administrado por via intravenosa.
Determinar o esquema de tratamento individualmente e adaptá-lo às condições e à  resposta do paciente. O objetivo é se alcançar o efeito terapêutico, usando-se as doses mais baixas possíveis, particularmente em pacientes idosos, os quais geralmente apresentam resposta mais acentuada a LUDIOMIL do que pacientes de faixas etárias intermediárias.
São recomendadas doses diárias de 25-100 mg por infusão intravenosa. Os conteúdos de 1-2 ampolas (25-50 mg) devem ser diluídos com 250 ml de solução salina isotônica5 ou solução de glicose6 e infundidas durante um período de 1,5-2 horas. Quando for indicada uma dose mais alta, infundir 75-150 mg (3-6 ampolas) em 500 ml em uma das soluções mencionadas acima, durante um período de 2-3 horas.
Assim que se obtenha resposta terapêutica7 efetiva (usualmente em 1 a 2 semanas), a medicação deve ser continuada com doses orais.
Não há experiência clínica suficiente para amparar o uso intravenoso de LUDIOMIL em crianças.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Sistema nervoso autônomo: Parte do sistema nervoso que controla funções como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e da digestão.
5 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
6 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
7 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

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