ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES BEXTRA IM/IV

Atualizado em 28/05/2016
Efeitos cardiovascularesInibidores COX-2, classe da qual o parecoxibe faz parte, está associado com o aumento do risco de eventos adversos cardiovasculares e trombóticos1 quando administrados por muito tempo. A exata magnitude do risco associado com uma dose única ainda não foi determinado, assim como a exata duração da terapia associada com risco aumentado.
Dois estudos separados sobre a cirurgia de revascularização do miocárdio2 (CABG) mostraram que pacientes recebendo parecoxibe por no mínimo 3 dias seguidos e valdecoxibe via oral (o metabólito3 ativo do parecoxibe) por 7-14 dias, apresentaram aumento da incidência4 de eventos cardiovasculares e tromboembólicos (por ex. infarto do miocárdio5 e acidente vascular cerebral6) comparados com aqueles recebendo placebo7 (vide "Propriedades Farmacodinâmicas"). O parecoxibe é, portanto, contra-indicado, para o tratamento de dor pós-operatória imediata seguida de cirurgia CABG.
Efeitos Gastrintestinais (GI)
Em pacientes tratados com parecoxibe, ocorreu hemorragia8, ulceração9 ou perfuração do TGI superior. Os pacientes sob maior risco de desenvolvimento de complicação ulcerosa com AINEs são os idosos, aqueles com doença cardiovascular, os usuários de ácido acetilsalicílico ou os pacientes com história de doença do TGI ou doença ativa do TGI, tais como ulceração9, sangramento ou condições inflamatórias.
Bextra® IM/IV (parecoxibe) é um inibidor específico da COX-2 e não afeta a função da COX-1, como demonstram resultados de estudos clínicos relevantes. Não se sabe, contudo, como se aplicam ao parecoxibe as taxas de toxicidade10 gastrintestinal grave observadas com outros AINEs que inibem tanto a COX-1 quanto a COX-2.
Toxicidade10 gastrintestinal grave como sangramento, ulceração9 e perfuração do estômago11 ou duodeno12, pode ocorrer a qualquer momento, com ou sem sintomas13, em pacientes tratados com antiinflamatório não-esteróide (AINE). Outros sintomas13 gastrintestinais altos, como dispepsia14, podem ocorrer a qualquer momento durante a terapia com um AINE. Assim, os médicos devem estar atentos a esse risco, mesmo na ausência de sintomas13 prévios do trato gastrintestinal (GI).
Os pacientes devem ser informados dos sinais15 e/ou sintomas13 de toxicidade10 GI grave e das medidas a serem tomadas caso estes ocorram. Apesar dos efeitos sobre o trato GI serem mais freqüentes em tratamento prolongado, terapias de curta duração não estão fora de risco.
Bextra® IM/IV deve ser prescrito com cautela a pacientes com histórico de doença ulcerosa ou sangramento gastrintestinal alto. A maior parte dos relatos espontâneos de eventos GI fatais ocorrem em idosos e pacientes debilitados; portanto, cuidado especial deve ser empregado no tratamento desta população.
Para diminuir o risco potencial de um evento GI, deve-se usar a dose eficaz mais baixa e pelo menor tempo possível. Para pacientes16 de alto risco, deve-se considerar o uso de terapias que não envolvam AINEs.
Além de antecedente de doença ulcerosa, estudos epidemiológicos identificaram outras condições que podem aumentar o risco de sangramento GI: tratamento com corticosteróides e/ou anticoagulantes17, maior exposição aos AINEs, tabagismo, alcoolismo, idade avançada e mau estado geral.
Efeitos na Pele18
O valdecoxibe, a parte ativa do parecoxibe, contém o radical sulfonamida e em pacientes com história conhecida de alergia19 à sulfonamidas pode aumentar o risco de reações dermatológicas. Pacientes sem história prévia de alergia19 a sulfonamidas pode também estar sob risco de apresentar reações cutâneas20 graves.
Foram relatadas reações dermatológicas graves, incluindo eritema multiforme21 e síndrome de Stevens-Johnson22, através da vigilância pós-comercialização em pacientes que receberam Bextra® IM/IV. Também foram relatadas dermatite23 esfoliativa, eritema multiforme21 e síndrome de Stevens-Johnson22, necrólise epidérmica tóxica24 através da vigilância pós-comercialização em pacientes que receberam Bextra® IM/IV. Foram relatadas fatalidades devido à síndrome de Stevens-Johnson22 e necrólise epidérmica tóxica24 com valdecoxibe e não podem ser descartadas para Bextra® IM/IV. Os pacientes parecem estar sob um risco maior para esses eventos durante o início do tratamento; com o início dos eventos ocorrendo, na maioria dos casos, dentro das duas primeiras semanas de tratamento.
Bextra® IM/IV deve ser interrompido ao primeiro sinal25 de erupção26 cutânea27 (rash28), lesões29 na mucosa30 ou qualquer outro indicativo de hipersensibilidade. Reações dermatológicas graves também foram relatadas com outros inibidores da COX-2 durante a experiência pós-comercialização.
A freqüência desses eventos parece ser maior para valdecoxibe quando comparados a outros agentes da COX-2.
Reações Anafilactóides
Foram relatadas reações de hipersensibilidade (reações anafiláticas31 e angioedema32) durante a experiência pós-comercialização com valdecoxibe e Bextra® IM/IV (vide "Reações Adversas - Experiência Pós-Comercialização"). Essas reações ocorreram em pacientes com e sem história de reações alérgicas a sulfonamidas (vide "Contra-indicações").
Não foram descritas reações anafilactóides em pacientes recebendo Bextra® IM/IV em estudos clínicos. Contudo, podem ocorrer reações anafilactóides em pacientes sem exposição prévia conhecida a parecoxibe. Bextra® IM/IV não deve ser administrado a pacientes com a tríade do ácido acetilsalicílico (AAS). Este complexo de sintomas13 tipicamente ocorre em pacientes asmáticos que apresentam rinites com ou sem pólipos33 nasais, ou que apresentam broncoespasmo34 grave e potencialmente fatal, depois de tomar AAS ou outros AINEs (vide "Contra-indicações"). Deve-se procurar atendimento de emergência35 quando ocorrer uma reação anafilactóide.
O ácido acetilsalicílico (AAS) pode desencadear asma36 em pacientes asmáticos. Nestes pacientes a ocorrência de broncoespasmo34 grave pode ser fatal. Embora não esteja claro como isto se aplica ao parecoxibe, Bextra® IM/IV deve ser administrado com cautela nesses pacientes.
Uso com varfarina ou agentes similares
A co-administração de parecoxibe e varfarina causou um pequeno aumento da área sob a curva (AUC) da varfarina e também do tempo de protrombina37 (medido pelo International Normalized Ratio - INR). Embora os valores médios do INR tenham aumentado pouco com a co-administração de Bextra® IM/IV, a variabilidade diária individual dos valores do INR foi aumentada. A atividade anticoagulante38 deve ser monitorada, particularmente durante os primeiros dias, após o início do tratamento com Bextra® IM/IV em pacientes que estejam em uso de varfarina ou agentes similares, uma vez que estes pacientes apresentam um risco aumentado de complicações hemorrágicas39.
Retenção de Líquido e Edema40
Como acontece com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas41, observaram-se retenção de líquido e edema40 em alguns pacientes em uso de Bextra® IM/IV. Portanto, Bextra® IM/IV deve ser usado com cuidado em pacientes com condições que predisponham à (ou sejam agravadas pela) retenção de líquido. Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva42 ou hipertensão43 preexistentes devem ser monitorados cuidadosamente.
Efeitos Renais
Foi relatada insuficiência renal44 aguda durante a experiência pós-comercialização em pacientes recebendo Bextra® IM/IV (vide "Reações Adversas"). Pacientes com doença renal45 avançada em tratamento com Bextra® IM/IV devem ter a função renal45 cuidadosamente monitorada (vide "Posologia").
A administração de AINE por longo prazo pode resultar em necrose46 papilar e outras lesões29 renais. Toxicidade10 renal45 também foi descrita em pacientes nos quais as prostaglandinas41 renais têm papel compensatório na manutenção da perfusão renal45, por exemplo, pacientes com função renal45 prejudicada, insuficiência cardíaca47, disfunção hepática48, em uso de diuréticos49 ou inibidores da ECA, idosos ou intensamente desidratados. Nesses pacientes, a administração de um antiinflamatório não-esteróide pode causar redução dose-dependente na formação de prostaglandinas41 renais e, secundariamente, no fluxo sangüíneo renal45, o que pode precipitar uma descompensação do quadro clínico precedente. A interrupção da terapia com AINE é geralmente seguida pela recuperação do estado anterior ao tratamento.
Os efeitos renais de Bextra® IM/IV são semelhantes àqueles observados com os AINEs convencionais.
Recomenda-se cautela nos pacientes com doença renal45 preexistente.
Deve-se ter cuidado ao se iniciar o tratamento com Bextra® IM/IV em pacientes com desidratação50. É aconselhável reidratar os pacientes primeiro e, em seguida, iniciar o tratamento com Bextra® IM/IV.
Efeitos Hepáticos
Pacientes com insuficiência hepática51 grave (Classe C de Child-Pugh) não foram estudados. O uso de Bextra® IM/IV em pacientes com insuficiência hepática51 grave não é recomendado. Bextra® IM/IV deve ser utilizado com cautela quando administrado a pacientes com insuficiência hepática51 moderada (Classe B de Child-Pugh) e iniciado na menor dose recomendada (vide "Posologia").
Durante o tratamento com Bextra® IM/IV, qualquer paciente com sinais15 e/ou sintomas13 sugestivos de insuficiência hepática51, ou que tenha apresentado uma prova de função hepática48 anormal, deve ser monitorado cuidadosamente quanto ao desenvolvimento de uma reação hepática48 mais grave.
Geral
Por reduzir a inflamação52, Bextra® IM/IV pode diminuir a utilidade de sinais15 diagnósticos, como febre53, na detecção de infecções54.
Carcinogênese e Mutagênese
Não foram conduzidos estudos de longo prazo em animais para se avaliar a carcinogênese potencial do Bextra® IM/IV. Nenhuma evidência de mutagenicidade e clastogenicidade foi observada em testes de genotoxicidade com valdecoxibe. Bextra® IM/IV não alterou a fertilidade masculina e feminina em ratos.
Uso em Crianças
Não foram avaliadas a segurança e a eficácia em indivíduos menores de 18 anos.
Uso durante a Gravidez55
Não foi evidenciada teratogenicidade em estudos em ratos e coelhos. Estudos em ratos em doses maternalmente tóxicas e estudos em coelhos na dose máxima avaliável não revelaram efeitos embriotóxicos além de perda pós-implantação, que foi observada com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandina56.
Não há estudos em mulheres grávidas.
Bextra® IM/IV só deve ser usado durante a gravidez55 se o benefício potencial para a mãe justificar o risco potencial para o feto57.
Assim como com outros medicamentos que inibem a síntese de prostaglandinas41, deve-se evitar o uso de Bextra® IM/IV no último trimestre de gestação, uma vez que ele pode causar inércia uterina e fechamento prematuro do canal arterial58.
Bextra® IM/IV é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez55. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso durante a Lactação59

Bextra® IM/IV e seu metabólito3 ativo são excretados no leite de ratas. Não se sabe se esses fármacos são excretados no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e por causa do potencial de reações adversas em crianças lactentes60 devido ao Bextra® IM/IV, deve-se decidir entre suspender o aleitamento ou o tratamento, levando em consideração a importância do fármaco61 para a mãe.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Não foi estudado o efeito de Bextra® IM/IV sobre a capacidade de dirigir ou de operar máquinas.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
2 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
3 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
4 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
5 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
6 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
8 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
9 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
10 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
11 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
12 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
13 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
14 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
15 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
16 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
17 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
18 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
19 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
20 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
21 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
22 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
23 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
24 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
25 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
26 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
27 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
28 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
29 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
30 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
31 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
32 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
33 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
34 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
35 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
36 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
37 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
38 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
39 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
40 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
41 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
42 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
43 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
46 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
47 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
48 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
50 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
51 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
52 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
53 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
54 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
56 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
57 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
58 Canal Arterial: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
59 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
60 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
61 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.

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