ADVERTÊNCIAS CLORIDRATO DE IRINOTECANO

Atualizado em 28/05/2016

CLORIDRATO DE IRINOTECANO DEVE APENAS SER ADMINISTRADO SOB A SUPERVISÃO DE UM MÉDICO COM EXPERIÊNCIA NO USO DE AGENTES QUIMIOTERÁPICOS PARA NEOPLASIA1. O CONTROLE APROPRIADO DE COMPLICAÇÕES SOMENTE É POSSÍVEL QUANDO ESTIVEREM DISPONÍVEIS OS RECURSOS ADEQUADOS PARA DIAGNÓSTICO2 E TRATAMENTO.

OS PACIENTES PODEM EXPERIMENTAR SINTOMAS3 COLINÉRGICOS COMO RINITE4, SALIVAÇÃO AUMENTADA, MIOSE5, LACRIMEJAMENTO, DIAFORESE6, VERMELHIDÃO (VASODILATAÇÃO), BRADICARDIA7 E AUMENTO DO PERISTALTISMO8 INTESTINAL QUE PODE CAUSAR CÓLICAS9 ABDOMINAIS E DIARRÉIA10. ESTES SINTOMAS3 PODEM SER OBSERVADOS DURANTE OU LOGO DEPOIS DA INFUSÃO DE IRINOTECANO, ACREDITA-SE ESTAREM RELACIONADOS À ATIVIDADE ANTICOLINESTERÁSICA DO COMPOSTO-MÃE DE IRINOTECANO E ESPERA-SE QUE OCORRAM MAIS FREQÜENTEMENTE COM DOSES MAIS ALTAS. A ADMINISTRAÇÃO TERAPÊUTICA11 E PROFILÁTICA DE ATROPINA DEVE SER CONSIDERADA (A NÃO SER QUE CONTRA-INDICADA CLINICAMENTE) EM PACIENTES QUE TENHAM SINTOMAS3 COLINÉRGICOS (VIDE ITEM “PRECAUÇÕES”).

CLORIDRATO DE IRINOTECANO PODE INDUZIR TANTO UMA FORMA PRECOCE QUANTO TARDIA DE DIARRÉIA10 APARENTEMENTE MEDIADAS POR MECANISMOS DISTINTOS. AMBAS AS FORMAS PODEM SER GRAVES. A DIARRÉIA10 PRECOCE (OCORRE DENTRO DE 8 HORAS APÓS A ADMINISTRAÇÃO DO PRODUTO) É DE NATUREZA COLINÉRGICA12. PODE SER GRAVE, MAS É, GERALMENTE, TRANSITÓRIA. PODE SER PRECEDIDA DE DIAFORESE6 E CÓLICAS9 ABDOMINAIS E PODE MELHORAR COM A ADMINISTRAÇÃO DE ATROPINA.

A DIARRÉIA10 TARDIA (OCORRE MAIS DE 8 HORAS APÓS A ADMINISTRAÇÃO DO PRODUTO) PODE SER PROLONGADA E PODE LEVAR À DESIDRATAÇÃO13 E DESEQUILÍBRIO ELETROLÍTICO, PODENDO APRESENTAR UM POTENCIAL RISCO DE VIDA. NOS ESTUDOS CLÍNICOS QUE TESTARAM O ESQUEMA POSOLÓGICO A CADA 3 SEMANAS, O TEMPO MÉDIO PARA O INÍCIO DA DIARRÉIA10 TARDIA FOI DE 5 DIAS APÓS A INFUSÃO DE IRINOTECANO. NOS ESTUDOS CLÍNICOS QUE AVALIARAM O ESQUEMA POSOLÓGICO SEMANAL, O TEMPO MÉDIO PARA O INÍCIO DA DIARRÉIA10 TARDIA FOI DE 11 DIAS DEPOIS DA ADMINISTRAÇÃO DO IRINOTECANO. NOS PACIENTES QUE COMEÇARAM O TRATAMENTO COM A DOSE SEMANAL DE 125 MG/M2, A DURAÇÃO MÉDIA DE QUALQUER GRAU DE DIARRÉIA10 TARDIA FOI DE 3 DIAS. NOS PACIENTES TRATADOS COM A DOSE SEMANAL DE 125 MG/M2 QUE TIVERAM DIARRÉIA10 GRAU 3 OU 4, A DURAÇÃO MÉDIA DE TODO O EPISÓDIO DE DIARRÉIA10 FOI DE 7 DIAS. A FREQÜÊNCIA DE DIARRÉIA10 TARDIA GRAU 3 E 4 POR IDADE FOI SIGNIFICATIVAMENTE MAIOR EM PACIENTES ≥65 ANOS DO QUE EM PACIENTES < 65 ANOS DE IDADE. ULCERAÇÃO14 DO CÓLON15, ALGUMAS VEZES COM SANGRAMENTO, FOI OBSERVADA EM ASSOCIAÇÃO COM A DIARRÉIA10 INDUZIDA PELO IRINOTECANO.

FORAM RELATADOS ÓBITOS POR “SÉPSIS” APÓS MIELOSSUPRESSÃO INTENSA EM PACIENTES TRATADOS COM CLORIDRATO DE IRINOTECANO. O IRINOTECANO FREQÜENTEMENTE CAUSA NEUTROPENIA16, LEUCOPENIA17 E ANEMIA18, PODENDO SER GRAVE QUALQUER UMA DELAS. A TROMBOCITOPENIA19 SÉRIA É INCOMUM.

NOS ESTUDOS CLÍNICOS, A FREQÜÊNCIA DE NEUTROPENIA16 GRAUS 3 E 4 NCI FOI SIGNIFICATIVAMENTE MAIOR EM PACIENTES QUE HAVIAM RECEBIDO PREVIAMENTE IRRADIAÇÃO PÉLVICA20/ABDOMINAL DO QUE NAQUELES QUE NÃO HAVIAM RECEBIDO TAL IRRADIAÇÃO. PACIENTES COM NÍVEIS SÉRICOS BASAIS DE BILIRRUBINA21 TOTAL DE 1,0 MG/DL22 OU MAIS TAMBÉM TIVERAM UMA PROBABILIDADE SIGNIFICATIVAMENTE MAIOR DE TER NEUTROPENIA16 GRAU 3 OU 4 NA PRIMEIRA DOSE DO QUE AQUELES CUJOS NÍVEIS DE BILIRRUBINA21 ERAM MENORES DO QUE 1,0 MG/DL22. NÃO HOUVE DIFERENÇAS SIGNIFICANTES NA FREQÜÊNCIA DE NEUTROPENIA16 GRAU 3 OU 4 POR IDADE OU SEXO.

NEUTROPENIA16 FEBRIL (NEUTROPENIA16 GRAU 4 NCI E FEBRE23 GRAU ≥ 2) OCORREU EM MENOS DE 10% DOS PACIENTES NOS ESTUDOS CLÍNICOS; NO ENTANTO, MORTES DEVIDO À SEPTICEMIA24 APÓS MIELOSSUPRESSÃO GRAVE FORAM RELATADAS EM PACIENTES TRATADOS COM IRINOTECANO. A TERAPIA COM IRINOTECANO DEVE SER TEMPORARIAMENTE DESCONTINUADA CASO OCORRA NEUTROPENIA16 FEBRIL OU SE A CONTAGEM ABSOLUTA DE NEUTRÓFILOS25 CAIR ABAIXO DE 1.000/MM3. A DOSE DO PRODUTO DEVE SER REDUZIDA NO CASO DE OCORRER UMA DIMINUIÇÃO CLINICAMENTE SIGNIFICATIVA NA CONTAGEM TOTAL DE LEUCÓCITOS26 (< 2.000/MM3), HEMOGLOBINA27 (< 8 G/DL), OU CONTAGEM DE PLAQUETAS28 (< 100.000/MM3) (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”). NÃO É NECESSÁRIA A ADMINISTRAÇÃO ROTINEIRA DE FATOR ESTIMULADOR DE COLÔNIAS DE GRANULÓCITOS29 (CSF), EMBORA O ONCOLOGISTA POSSA QUERER LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O USO DE CSF EM PACIENTES QUE APRESENTEM NEUTROPENIA16 SIGNIFICATIVA.

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE, INCLUSIVE REAÇÕES ANAFILÁTICA/ANAFILACTÓIDE GRAVES, FORAM RELATADAS. NOS ESTUDOS CLÍNICOS, FORAM OBSERVADAS EM MENOS DE 10% DOS PACIENTES ANORMALIDADES DAS ENZIMAS HEPÁTICAS30 DE GRAUS 3 OU 4 DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS COMUNS DE TOXICIDADE31 DO INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER32. ESTES EVENTOS OCORREM TIPICAMENTE EM PACIENTES COM METÁSTASES33 HEPÁTICAS34 CONHECIDAS E NÃO ESTÃO CLARAMENTE RELACIONADOS AO IRINOTECANO.

TONTURAS35 FORAM OBSERVADAS E PODEM ALGUMAS VEZES REPRESENTAR EVIDÊNCIA SINTOMÁTICA36 DE HIPOTENSÃO37 ORTOSTÁTICA EM PACIENTES DESIDRATADOS.

OBSERVOU-SE DISPNÉIA38 DE GRAU 3 OU 4 NCI; NÃO SE SABE ATÉ QUE PONTO POSSAM TER CONTRIBUÍDO O ENVOLVIMENTO PULMONAR MALIGNO OU OUTRA MOLÉSTIA PULMONAR PRÉ-EXISTENTE. UMA SÍNDROME39 PULMONAR QUE POTENCIALMENTE PODE AMEAÇAR A VIDA, CONSISTINDO DE DISPNÉIA38, FEBRE23 E DE UM PADRÃO RETICULONODULAR NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX40, FOI OBSERVADA EM UMA PEQUENA PERCENTAGEM DE PACIENTES EM ESTUDOS PRECOCES NO JAPÃO. A CONTRIBUIÇÃO DO IRINOTECANO A ESTES EVENTOS PRELIMINARES FOI DIFÍCIL DE SER AVALIADA, POIS OS PACIENTES TAMBÉM APRESENTAVAM TUMORES PULMONARES E ALGUNS, MOLÉSTIA PULMONAR NÃO MALIGNA.

FORAM OBSERVADOS AUMENTOS DA URÉIA41 E CREATININA42 SÉRICA. ESTES EVENTOS EM GERAL FORAM ATRIBUÍDOS À DESIDRATAÇÃO13 RELACIONADA À NÁUSEA43, VÔMITOS44 OU DIARRÉIA10. RAROS CASOS DE DISFUNÇÃO RENAL45 DEVIDO À SÍNDROME39 DE LISE46 TUMORAL TAMBÉM FORAM RELATADOS.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
5 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
6 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
7 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
8 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.
9 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
12 Colinérgica: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
13 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
14 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
15 Cólon:
16 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
17 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
18 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
19 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
20 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
21 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
22 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
23 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
24 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
25 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
26 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
27 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
28 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
29 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
30 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
31 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
32 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
33 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
34 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
36 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
37 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
38 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
39 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
40 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
41 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
42 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
43 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
44 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
46 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.

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