MERITOR MERITOR

Atualizado em 28/05/2016

pode ser utilizado por períodos prolongados?

MERITOR pode ser utilizado por períodos prolongados, sendo que as doses podem ser ajustadas gradativamente em função das respostas individuais e do controle.

Como em qualquer situação que exija tratamento de longa duração, recomenda-se o acompanhamento médico adequado.

 - O que pode ocorrer se utilizar o medicamento por uma via de administração não recomendada?

Não há estudos que demonstrem as consequências da utilização de MERITOR por outra via que não através da administração oral.

Esse medicamento não deve, em nenhuma hipótese, ser utilizado por outra via que não seja através da administração oral.

Os riscos de uso por via de uso não recomendada são a não obtenção do efeito desejado e a ocorrência de reações desagradáveis e perigosas.

 - MERITOR pode ser utilizado com outros medicamentos?

Caso seja necessário utilizar MERITOR em associação com outros medicamentos deve-se seguir as orientações quanto aos horários e dosagens prescritas.

Certos medicamentos como:

Corticosteróides, diuréticos1 tiazídicos, contraceptivos orais (anticoncepcionais), betabloqueadores, barbitúricos, diazóxido, epinefrina (adrenalina2) e outros agentes simpatomiméticos, glucagon3, laxantes4 (após uso prolongado), ácido nicotínico (em doses elevadas), fenotiazínicos, fenitoína, rifampicina e hormônios da tireóide podem alterar o curso do diabetes5, favorecendo a elevação da glicemia6 e tornar necessário o aumento da dose da medicação.

Medicamentos como: cimetidina, ranitidina, clonidina, reserpina, digoxina e inibidores da monoaminoxidase7 (IMAO8) podem alterar a concentração da glimepirida9 e metformina10 e alterar seus níveis sanguíneos, exigindo-se cautela durante o uso concomitante.

Tanto a ingestão crônica como a aguda de álcool podem potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante11 da glimepirida9 de maneira imprevisível.

Em pacientes fazendo uso de medicamentos anticoagulantes12 orais como cumarínicos, o uso da glimepirida9 pode potencializar ou diminuir seus efeitos.

INFORME AO SEU MÉDICO SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO

MEDICA MENTO.

 - Durante o tratamento com MERITOR pode-se tomar bebidas alcoólicas?

A utilização concomitante de MERITOR com bebidas alcoólicas não é recomendada e os efeitos da associação entre os mesmos podem ser perigosos, devendo-se evitar o uso de bebidas alcoólicas na vigência da medicação.

INFORME AO MÉDICO O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE13.

 - Qual é o aspecto deste medicamento?

MERITOR é apresentado com as seguintes características: comprimido revestido de coloração branca, formato oblongo (oval) com vinco em uma das faces.

 - Como devo usar este medicamento?

MERITOR deve ser ingerido por via oral nos horários recomendados pelo médico, junto com um pouco de água.

A dose inicial recomendada é a menor dose, ou seja, 1 comprimido por dia da combinação de 2 mg de glimepirida9 com 1000 mg de metformina10 junto com o café da manhã ou com a primeira refeição principal do dia, devendo ser sempre prescrita pelo médico.

Os aumentos de dose devem ser feitos baseados no controle dos níveis glicêmicos e determinados pelo médico.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

Somente ele poderá avaliar a evolução do tratamento e decidir quando e como este poderá ser interrompido.

NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

 - Quais os males que este medicamento pode causar?

A utilização de MERITOR mostra ser bem tolerada pela grande maioria dos pacientes, não provocando efeitos prejudiciais sobre as atividades psíquicas e motoras.

Um dos principais riscos de qualquer terapia hipoglicemiante11 é a ocorrência de hipoglicemia14 (glicemia6 menor do que 60 mg).

Os principais sintomas15 de hipoglicemia14 são: dor de cabeça16, náuseas17, vômitos18, excesso de apetite, cansaço, alteração de sono, inquietação, agressividade, depressão, confusão, alterações na fala, alterações visuais, tremores, formigamento de extremidades, tontura19, perda do auto-controle, convulsões, sonolência, podendo em casos graves haver evolução para coma20, dificuldade respiratória e bradicardia21.

Sinais22 como sudorese23, pele24 úmida e fria, ansiedade, taquicardia25, hipertensão26, palpitação27, dor no peito28 e arritmias29 cardíacas podem surgir e alertar para ocorrência de hipoglicemia14. Os sintomas15 podem variar de paciente para paciente30, e melhoram ou desaparecem com a correção da glicemia6.

Raramente podem ocorrer reações adversas como náuseas17, vômitos18, dor de cabeça16 e taquicardia25 e em função da metformina10, as alterações gastrintestinais como náuseas17, vômitos18 e diarreia31, podem ocorrer principalmente no início do tratamento e desaparecem espontaneamente na maioria dos casos.

ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

  - O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

A superdosagem de glimepirida9 pode produzir hipoglicemia14 grave com risco de vida.

Todo caso suspeito de superdose envolvendo o uso de glimepirida9 e metformina10 deve ser encaminhado para avaliação médica urgente ainda que medidas em casos leves possam ser tomadas em domicílio.

Leve hipoglicemia14 sem perda da consciência ou sintomas15 neurológicos pode ser tratada com glicose32 oral e uso de alimentos, porém o médico deve monitorar o paciente por no mínimo 12 horas. Hipoglicemia14 grave, com coma20, convulsões ou outras manifestações neurológicas são infrequentes, mas constituem emergência33 médica com necessidade de internação.

Não é recomendado induzir vômito34.

A ingestão de doses elevadas de metformina10 pode causar um quadro chamado de acidose35 lática36 que se caracteriza por alteração da respiração, náuseas17, vômitos18, cãibras, podendo evoluir até para estado de coma37 se não houver tratamento adequado.

A suspeita de ingestão excessiva de metformina10 exige a imediata avaliação médica e em caso de confirmação de ácidos e lática36, a internação para o tratamento adequado.

Nestes casos pode ocorrer um distúrbio denominado acidose35 lática36, que exige internação do paciente para tratamento adequado.

No caso de suspeita de ingestão excessiva deste medicamento, procure imediatamente seu médico ou dirija-se a um pronto-socorro, informando a quantidade ingerida, o horário de ingestão e os sintomas15.

 - Onde e como devo guardar este medicamento?

MERITOR deve ser armazenado em sua embalagem original até sua total utilização.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), ao abrigo da luz e umidade.

 - Qual o prazo de validade de MERITOR?

O prazo de validade é de 24 meses a contar da data de sua fabricação indicada na embalagem do produto. Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido.

Além de não obter o efeito desejado, as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde13.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
2 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
3 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
4 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
5 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
6 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
7 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
8 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
9 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
10 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
11 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
12 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Cabeça:
17 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
18 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
19 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
20 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
21 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
22 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
23 Sudorese: Suor excessivo
24 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
25 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
26 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
27 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
28 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
29 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
30 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
31 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
32 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
33 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
34 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
36 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
37 Estado de coma: Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte.

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